Bom, o post de hoje não vai falar de nada específico, mas de como vai a minha vida, caso meus poucos leitores queiram saber. hihi
Bom, minha semana começou bem, tirei nota baixa nas duas provas que eu recebi. Tudo bem. Tô me sentindo a pior garota do mundo, no sentido de fazer mal aos outros. Até então eu tava pouco me lixando, mas o tempo vai passando e a agora eu sei das conseqüências dos meus atos. Na verdade, eu tô um pouco bipolar em relação à isso. Uma hora eu digo que valeu a pena, e que ninguém vai estragar esse meu momento. Outra hora eu penso: "putz, me fudi de novo". Antes de ontem eu fiquei a aula de ciências toda pensando nisso e me segurando pra não dar um ataque. Eis que chega a aula de artes. Tô lá fazendo meu desenho e panz, dae do nada surge alguém (não lembro quem, acho que foi a Nathália ou a Rayssa) falando: ELE TÁ LÁ EM BAIXO, ELE TÁ LÁ EMBAIXO! HAUAHUHAUAHUAHAUAHUAHAUAHAUAHAUHAUA ok, foi um pouco engraçado. Ok, foi deprimente também. Ainda bem que eu não vi de perto.
Hm, pensei muito e acho que quando eu crescer (xD) quero ser webdesigner *u* Enfim, até lá eu já aprendi a fazer coisas legais. :)
E tem gente achando que eu sou idiota, e isso me irrita cada dia mais. Tem gente que acha que vai, no sentido bom da palavra, "montar" em mim. Ou seja: acham que podem fazer tudo o que querem comigo e eu não fazer nada. Pois os que acham que eu não vou fazer nada vão se fuder MUAHAHAHA, porque eu sou legal, mas não exagera. Não sou otária. Eu também sei desfazer amizades. Aliás, como diz aquela célebre frase: "melhor sozinho do que mal acompanhado". Bom fora isso acho que tá tudo bem, bem até demais, minha vida tem mudado pra melhor, apesar dos, ãnh... "problemas" de sempre. A vida não é perfeita, a gente não pode ficar sorrindo todo dia pra todo mundo que passar. Nem acho isso certo. Vida certinha demais. Argh. É legal ficar depressiva às vezes, HAUAHUAHAUAHUAH, com isso eu paro e penso na minha vida, em que aspectos eu devo melhorar ou simplesmente mudar. Foi num desses pensamentos que eu olhei bem pra todo que tá meu lado e vi que nem nem todas as pessoas que ficam próximas a mim são amigas, vi que tirei conclusões precipitadas em relação à algumas pessoas e me arrependo disso, vi que, pude confiar em pessoas que jamais confiaria, vi que existem pessoas fodas demais no mundo, principalmente na internet, encontro pessoas com problemas similares aos meus e sei que elas me entendem. Vi que apesar de tudo eu me sinto bem.
23 de agosto de 2010
19 de agosto de 2010
17 de agosto de 2010
Arrependimento.
Não sinto. E sabe por quê? Porque pela primeira vez na minha vida faço algo pra mim, sem ficar prestando atenção na opinião dos outros. Esses meus 14 anos foram cheios de "ah, o que será que ele (a) pensa de mim?" ou "ah, eles me acham bobinha".
O problema é que eu me preocupo demais com o que os outros vão achar de mim, e me preocupo demais até com quem eu não deveria me preocupar. Lá vamos nós para 2009, de novo: me arrependo amargamente de não ter feito o que eu deveria fazer no meio daquele ano. Tudo por causa de... "fantasmas" (G__G) que me rondavam. Eu achava que todo mundo olhava pra mim e pensava: "nossa, que garota mais infantil, ela nunca vai conseguir" seguidos de risinhos baixos. Em parte isso pode ter sido verdade. Talvez não. Ou talvez eu não devesse ligar pra opinião dos outros toda vez. Mas isso não importa mais, porque eu deveria ter feito o que queria quando tive a maldita chance, e não fiz por causa de malditos "fantasmas" que me atormentavam, que insistiam em dizer que eu não era capaz de fazer aquilo.
Mas esse ano eu parei de ouvir os malditos fantasmas, agora NINGUÉM ME SEGURA ok, essa foi pra descontrair. Enfim, o negócio é que agora eu só vou me arrepender do que eu NÃO fiz.
O problema é que eu me preocupo demais com o que os outros vão achar de mim, e me preocupo demais até com quem eu não deveria me preocupar. Lá vamos nós para 2009, de novo: me arrependo amargamente de não ter feito o que eu deveria fazer no meio daquele ano. Tudo por causa de... "fantasmas" (G__G) que me rondavam. Eu achava que todo mundo olhava pra mim e pensava: "nossa, que garota mais infantil, ela nunca vai conseguir" seguidos de risinhos baixos. Em parte isso pode ter sido verdade. Talvez não. Ou talvez eu não devesse ligar pra opinião dos outros toda vez. Mas isso não importa mais, porque eu deveria ter feito o que queria quando tive a maldita chance, e não fiz por causa de malditos "fantasmas" que me atormentavam, que insistiam em dizer que eu não era capaz de fazer aquilo.
Mas esse ano eu parei de ouvir os malditos fantasmas, agora NINGUÉM ME SEGURA ok, essa foi pra descontrair. Enfim, o negócio é que agora eu só vou me arrepender do que eu NÃO fiz.
31 de julho de 2010
Lembranças ruins sempre voltam.
Puts, às vezes bate um tédio e eu vou pensar na vida, como tá acontecendo durante as férias. Dae eu lembro de tudo que eu passei desde que eu tinha 11 anos. E... foram dias ruins. O foda é que eu nunca lembro das coisas boas. Enfim, nesses quatro anos eu fui estúpida, tentei fazer amizades com gente idiota e, quase virei uma também. Nesses quatro anos eu aprendi que quebrar a cara é um vício, e que as pessoas sempre vão me magoar. Eu nunca consegui realizar meus planos, nunca consegui olhar pra mim mesma e falar: "consegui o que eu queria", tanto que hoje em dia acho que não vale mais a pena lutar. Nesses quatro anos eu percebi que certas pessoas nascem com o dom de ser fracassadas socialmente e passar madrugadas solitárias na frente do computador, e eu sou uma delas. Aprendi a nunca esperar nada das pessoas, nem sequer uma palavra de apoio; elas só fazem isso quando querem algum tipo de status, seja ele qual for. Aprendi que as pessoas sempre vão te trair pra conseguir algo que as beneficiem, nunca se importando com o próximo e isso é visível se você olhar bem à sua volta. As pessoas não se importam uma com as outras, são egoístas demais. Todo mundo tem um lado egoísta. Isso é um fato. Aprendi a não alimentar esperanças, mas acho que, mesmo sabendo disso, continuo cometendo esse erro. Aliás, nesses quatro anos eu nunca acertei, só errei. E sempre os mesmos erros, nada muda. Todas as minhas tentativas são em vão, eu sempre falho, tanto que eu já desisti de muita coisa por causa disso. E não me arrependo, acho que o que foi feito está feito, e que você tem que ser inteligente demais pra saber a hora de parar. Acho que a maioria, ao ler isso, vai pensar: "poxa mas ela parece tão feliz". É, eu realmente PRECISO parecer feliz pra me adaptar, às vezes eu tenho que fingir estar gostando de estar em tal lugar ou estar fazendo tal coisa. Acho que ninguém vai entender o que eu sinto, mas agora tanto faz; Aqui eu tento colocar todas as minhas frustranções na forma de texto, mas às vezes eu não consigo fazer um bom uso das minhas palavras. Desculpem se a minha pseudo-depressão afetou vocês, meus poquíssimos leitores. Talvez isso seja uma fase. Talvez não.
29 de julho de 2010
Revolta rç
Já perceberam que, pra Globo, todo mundo que você é conhece pela net é pedófilo? É, eu percebi isso quando ontem meu pai me chamou ontem pra assistir uma reportagem no jornal que falava sobre "os perigos da internet". Não fiquei puta pelo fato dele me chamar pra ver a tal reportagem, mas sim pelo fato deles mostrarem sempre a mesma coisa e com o tempo vai ficando cada vez mais exagerado, que já tá fazendo a cabeça dos meus pais. Tenho amigos virtuais, e sim, já escapei (aliás, eu nunca “escapei”, pois nunca dei oportunidade de ser enganada) de ciladas por saber de tudo o que acontece, o que todo mundo vê: garotas estupradas por VELHOS NOJENTOS, marcando encontros em lugares fechados sem o consentimento dos pais mesmo sabendo que isso é perigoso. Na boa, isso é IDIOTICE. Quem ainda faz isso é MUITO IMBECIL, muito mesmo. Já era pra isso ter acabado, mas graças a adolescentes inconseqüentes, isso acontece. Comecei falando da Globo e agora tô falando de adolescentes burros. Mas enfim, acho que deu pra entender. Não é uma reportagem que vai me fazer abandonar meus amigos que conheci pela internet, pois foi graças à internet que eu consegui ser “aceita”, já que eu não sou do tipo "extrovertida/que todo mundo gosta" e a internet ajuda a me expressar do jeito que eu quero. É, do jeito que eu quero, não do jeito que julgam certo. E descobri que existem pessoas que passam pelas mesmas coisas que eu, e conversando com elas, descobri que podemos juntar nossas forças e lutar contra nossos medos. Esse lado a TV não mostra. Ou mostra e eu não sei?
26 de julho de 2010
Madrugada fria.
Ô noite difícil essa de domingo pra segunda, pqp. Não dormi nada. Tive pesadelos. Acordei uma hora da manhã, não tinha sono. Aí eu fui pensar na minha vida. Pensar em como eu sinto falta do meus amigos. Mas também gosto o quanto gosto de ficar sozinha. Pensar no quanto minha mãe é incompreensiva achando que, me levando pra qualquer tipo religião, por 'milagre', eu vou segui-la. Acho que vou ficar sozinha pra sempre, já que a pessoa que eu mais amo mora longe. Aliás, muito longe. Eu devia dar valor a quem gosta de mim e não a contrário. Sempre me decepciono com as pessoas que eu mais gosto, sempre. Acho que acabo perdendo amigos por não ir à festas toda semana ou levar não o tipo de vida que eles levam. Vida agitada, cheia de amigos 'fodões', bebedeira e... putaria. Não é o tipo de vida que eu quero levar. Quero ter meu trabalho, meu apartamento, minha comida de fast-food e meu computador. Não tem nada melhor. Mas enquanto eu não tenho nada disso, vou tentar me acostumar com a vida que eu tenho. É isso aí.
22 de julho de 2010
Sonho.
Sonhei com dois ex-membros da OBM , pra variar. Achei estranho sonhar com eles, já que nunca os vi pessoalmente. Mas eles estavam lá. Na verdade um deles voltou pra comunidade e me deixou surpresa. Sei da história de vida dele antes mesmo de me conhecer, não perguntem como. Só sei que o guri foi muito forte pra passar por tudo que ele passou. Enfim, vamos ao sonho.
Eu e meus amigos da escola estávamos numa sala, fazendo algum tipo de confraternização. E lá estavam eles. Com certeza tinham algum motivo pra estar lá; ainda não descobri qual é. Conversávamos, ríamos e eles ficavam quietos, calados. E eu tentava a todo custo fazer eles falarem (?) mas nada adiantou. Até que acabou a tal confraternização e todos foram embora. Ok, vou dar um nome pros dois: A e B.
O A saiu, sem falar absolutamente nada, o B também. Só que o A tinha esquecido uma régua, e essa régua tava um adesivo onde estava escrito meu nome, (???????) com a minha letra e tudo. Acordei há uma meia hora e não consigo tirar esse sonho da minha cabeça. Acho que eu tô preocupada, mas não sei exatamente com o quê. Acho que eu sinto falta do A. Ele fazia eu me sentir tão bem. Acho que é saudade. Apesar de ainda tê-lo no orkut, não vamos ter o contato que tínhamos antigamente, nunca mais.
Por que as pessoas pelas quais temos admiração se afastam de gente, do nada? Por que elas vão embora pra nunca mais voltar? Por que isso acontece comigo com frequência? São perguntas que eu ainda não consegui responder. Talvez eu tenha que mudar meu jeito. Talvez eles também tenham que mudar.
Eu e meus amigos da escola estávamos numa sala, fazendo algum tipo de confraternização. E lá estavam eles. Com certeza tinham algum motivo pra estar lá; ainda não descobri qual é. Conversávamos, ríamos e eles ficavam quietos, calados. E eu tentava a todo custo fazer eles falarem (?) mas nada adiantou. Até que acabou a tal confraternização e todos foram embora. Ok, vou dar um nome pros dois: A e B.
O A saiu, sem falar absolutamente nada, o B também. Só que o A tinha esquecido uma régua, e essa régua tava um adesivo onde estava escrito meu nome, (???????) com a minha letra e tudo. Acordei há uma meia hora e não consigo tirar esse sonho da minha cabeça. Acho que eu tô preocupada, mas não sei exatamente com o quê. Acho que eu sinto falta do A. Ele fazia eu me sentir tão bem. Acho que é saudade. Apesar de ainda tê-lo no orkut, não vamos ter o contato que tínhamos antigamente, nunca mais.
Por que as pessoas pelas quais temos admiração se afastam de gente, do nada? Por que elas vão embora pra nunca mais voltar? Por que isso acontece comigo com frequência? São perguntas que eu ainda não consegui responder. Talvez eu tenha que mudar meu jeito. Talvez eles também tenham que mudar.
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