31 de agosto de 2011

Voltarei com postagens interessantes, em breve. Ok, não são tão interessantes assim.

17 de julho de 2011

5 anos em algumas poucas linhas:

2007: Uma nova escola. Novos amigos, pensava ela. Nova vida. Não. Ano ruim.

2008: Ano razoável. Conheceu umas pessoas pela internet, começou a gostar de hard rock. Começou a achar que a prima gostava dela, mas estava enganda. Se aproximou da menina que seria sua melhor amiga até hoje. Ouvia Panic! At The Disco e 30 Seconds To Mars, porque isso mantinha as duas próximas. Mas hoje em dia, nenhuma das duas gosta disso. Assistiu Sweeney Todd com ela, decorando todas as músicas. A amiga dela fez uma carta que ela guarda até hoje.

2009: ruim/péssimo (oscilava muito) Conheceu um menino que estava no 3º ano e se apaixonou perdidamente por ele. Obviamente, levou um fora. Via se tinha algum defeito. Corrigia. Tentava de novo. Falhava. Chorava até ficar com os olhos vermelhos. Sofria até sentir dor de verdade. Ficava iludida de novo. Se encantava de novo. Se ferrava de novo. Chorava mais. Ciclo vicioso.
Conheceu mais pessoas na internet. Se apegou demais à elas.

2010: Se apegou DEMAIS, repito DEMAIS com seus amigos da internet. Imaginava situações, como seria se vivesse com eles. Seu cérebro dizia que deveria parar por ali mesmo. Não parou. Não sabia o que fazer. Ainda não sabe. Mas não conta pra ninguém. Começou a conversar com um nerd que gosta de Nirvana e se encantou por ele. E ele gostava dela. De verdade. Fez merda, errou pra cacete, fez ele sofrer. Voltou com ele. Era o menino que ela precisava naquele momento. Hoje também. E sempre.

2011: Ela realizou um sonho. Foi no show do Ozzy com sua prima e com sua amiga. Foi mágico. Ela ainda tinha esperança de que a prima realmente gostava dela. Falhou de novo. Suas notas foram as piores de todos os tempos. Seu corpo treme toda vez que pensa nisso. Fez mais uma merda. Se ferrou. Perdeu amigos. Se apegou mais ainda com os amigos que conheceu na internet. MAIS AINDA.
Ela ainda não dá a atenção necessária ao namorado. Não é uma boa namorada. Não é uma boa amiga. Não é um boa pessoa.

18 de junho de 2011

Cá estou eu, neste quarto silencioso, com essa blusa molhada de... lágrimas. As lágrimas que parecem não acabar. Este quarto que me abriga sempre que eu preciso, este quarto que me vê sangrar a todo instante e não pode fazer nada a não ser observar. Este quarto gelado, com um poster do The Cure atrás da porta, com uma TV antiga, com uma bagunça infernal. Ah, e este vento que me deprime na hora de ir pra escola, mas me deixa feliz na hora de ir dormir.
Depressão, oh, depressão, quando vai acabar? Meus braços não aguentam mais maus-tratos, meus olhos estão sempre inchados e eu nunca fico completamente feliz.
Protejo as pessoas que amo, mas as machuco. Sempre quero ajudar, mas nunca sei como. Palavras me cortam a alma e me afastam de quem eu costumava gostar.
Me isolo cada vez mais do mundo, não pertenço a ele, meu lugar não é aqui.
Aos poucos, e de forma dolorosa, eu vou acabando com a minha mente, meu corpo e afastando as pessoas de mim.

27 de abril de 2011

Quando nem em casa se tem paz

Esse negócio de confiança é engraçado, né? Como você vai provar que mudou se a sua mãe não te dá espaço nem pra tentar?












































Prefiro estar na escola. Lá é o melhor lugar pra se estar quando se vive em um inferno chamado lar.

23 de abril de 2011

Só mais um texto confuso.

Bom, cá estou eu, sem criatividade alguma pra manter isso aqui (nenhuma novidade até agora).
É, a minha vida tá de ponta cabeça. Vamos começar com a vida escolar: eu era boa na escola até a 5ª série, na 6ª, começou o inferno. Primeiro, as notas baixas em matemática. Depois, ciências. 7ª e 8ª série: idem. 1º ano: caí e me machuquei feio. Fiquei com 6,7 em português. PORTUGUÊS, a matéria que eu nunca achei que ia ficar com menos de 8,0. Fora outras notas, que eu não muito afim de expor.
Então, andei fuçando umas pastas antigas e achei meus boletins da 1ª/2ª/3ª/4ª série. Notas: 9,5 10,0 9,5 10,0... Aí eu parei. COMO ASSIM, CARALHO? COMO É QUE EU ME TORNEI UMA ALUNA TÃO RUIM??? De uma coisa eu estou certa: faltou dedicação. Faltou um pouco mais de esforço. Nessa época do ensino fundamental eu não me preocupava com nada a não ser estudar. O tempo foi passando, fui me preocupando com outras coisas e deixando o estudo de lado. Ficar de recuperação me deixa infeliz, enquanto eu lá na escola tentando passar, meus amigos estão lá, aproveitando os primeiros dias de férias. Desde a 6ª série eu não digo: "passei direto". Sei que preciso estudar, pra conseguir um bom emprego, garantir meu futuro, mas...
PÉRA
Então é isso? Vou me matar de estudar, conseguir boas notas só pra deixar um sorriso idiota na cara dos meus pais e ser a queridinha dos professores? O que eu REALMENTE ganho sendo a aluna paparicada pelos professores? Notas altas, notas altas... Será que é só isso? As outras qualidades não valem? (não que eu seja um poço de talento) E depois? Vou pra uma boa faculdade, trabalhar que nem uma escrava, pra gastar meu mísero salário com as coisinhas fúteis da vida? Deixa eu ver se eu entendi: estudar + um bom emprego = dinheiro e... SÓ?
Posso estar errada. Quero estar errada. Por favor, me digam que esse pensamento é um erro.

Meus sentimentos mudaram, meus pensamentos mudaram. Me tornei uma pessoa uma pouco mais fria do que eu achava que eu fosse, agora que eu comecei a me vigiar, percebi isso. Mais fria, um pouco mais crítica, e um pouco mais desesperada com a minha atual situação. Me aborreço por qualquer coisa e começo a (literalmente) me maltratar. Entenda como quiser. Não quero mais gritar, não quero mais brigar, não quero mais estragar coisas por causa da minha raivinha. Se não consigo fazer algo, desisto logo de cara. "Ah, mas você nem tentou" Ah amigo, tentei sim, muitas e muitas vezes, tanto que desisti. cansada, machucada, derrotada. Minhas chances de ir pra Unb foram todas jogadas fora junto com a minha vida escolar que já tava um inferno. Foi preciso que eu perdesse algumas poucas amizades pra perceber que até seus amigos podem te julgar mal e achar que você mudou permanentemente quando você fez algo errado.
Tomo conclusões precipitadas desde que me conheço por gente, e estou pagando, e vou pagar, muito caro por isso durante muito tempo.
E outra coisa: chega de ligar outros pensam de mim. Vai ser difícil, posso não conseguir, é inevitável. Mas é preciso. Pra seguir em frente. Porque, antes de qualquer coisa, preciso pensar em mim. Preciso cuidar de mim. Sinto que perco uma parte de mim quando me desespero, quando sem saída, tipo agora... Se tem uma hora pra mudar isso tudo, é agora. Que me perdoem alguns, sei que ainda vou aborrecer muita gente. Mas já deixei muita coisa passar em branco exatamente por não ter aborrecido algumas pessoas antes. E isso me dá uma puta dor de cabeça até hoje.
Parte desnecessária:Um apelo: por favor, não me entenda mal. Não é filhadaputisse. tentando mudar em muitos aspectos e às vezes... Algumas mudanças drásticas são necessárias.
Lá se vai mais outro texto confuso, desse blog confuso, dessa vida que é uma bagunça.

6 de abril de 2011

LET ME HEAR YOU SCREAM!

5 de abril de 2011. Bom, a primeira coisa que eu senti quando cheguei lá no Nilson Nelson foi a Tatiane me empurrando. Conheci a Sarah, prima dela, até então eu só a conhecia pelo twitter. Conheci a mulher (que nem lembro mais o nome) que tatuou "Ozzy" na mão, com nanquin, quando tinha 12 anos. Gostei dela *o*
Depois, a fila. Fiquei menos tempo do que eu imaginava. Aí liberaram os portões. Ouvi os seguranças dizendo: "gente, devagar, por favor". Três segundos depois todo mundo correu loucamente. Segurei na mão da Isabela e RUN!
Conseguimos ficar na quase-grade. Na verdade, fiquei bem perto. Tinham duas pessoas na minha frente.
Encontrei o Thiaguinho. Porra, como ele faz falta.
Aí começou. Bark At The Moon, perfeito. Depois Let Me Hear You Scream, melhor ainda! Me arrepiei com War Pigs e Paranoid. Chorei com Mama I'm Coming Home. Eu não acreditava que estava ali, ver o Ozzy foi surreal! Juro que vi ele sorrindo pra mim (me deixa sonhar, por favor? brigada). Acho que ele deveria ter jogado mais baldes de água. Segundo a Isabela, aquela água tava abençoada, porque tava um calor dos inferno.
E quero vê-lo de novo. Mas não agora, tenho que me recuperar desse show de ontem que FOI MUITO DO CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sr. Osbourne, obrigado pelo dia mais feliz da minha vida até hoje. (sim, eu tava dessa distância dele *-*)

E o Thiago já disse "Há um sósia do Ozzy circulando por aí. Ele dá entrevistas sem noção, parece um velho acabado e caquético, e participou de um reality show chamado The Osbournes. O verdadeiro Ozzy sobe no palco e bota pra fuder!!!"

19 de março de 2011

alt.end.



Não, eu não quero mais uma mudança; eu não quero começar de novo.